terça-feira, 31 de agosto de 2010

Revista Ponto de Vista apoia SisCOM 2010




A revista Ponto de Vista está apoiando o evento SisCOM 2010 - Seminário Integrado de Soluções em Comunicação & Marketing , que desde 2008, inseriu de vez Juiz de Fora na rota dos grandes eventos de comunicação, propaganda e marketing do Brasil.
Com o objetivo de acompanhar a evolução das necessidades do mercado, que seleciona e absorve somente soluções criativas e de alto valor agregado de agência de comunicação, o Seminário coloca em discussão o mercado publicitário e estratégias de comunicação e marketing das empresas.

O evento acontece dias 18 e 19 dE Setembro, sábado e domingo a partir das 14h00 no Victory Business Hotel


Credenciamento a partir das 12h30 no local.

Vagas limitadas.

Para inscrições entre em contato pelo telefone 32-3231- 6622.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Petralha

Um petralha, tentando me sacanear, disse que estou sempre do lado dos derrotados: votei contra Lula no Brasil: perdi; votaria nos Republicanos nos EUA: perdi também. Pois é, amigo. Assim não preciso participar do espetáculo indecente da partilha do saque, não é mesmo?
A maior vitória de um pervertido é assistir à queda de um puro
Não gostaram, petralhas? Vão chorar sobre algum cofre público, que é lugar quentinho...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Anastasia ultrapassa Hélio Costa



Virou a eleição em Minas Gerais, segundo a pesquisa Ibope a ser publicada, amanhã, pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Antonio Anastasia (PSDB) cresceu 12 pontos percentuais. Está com 35% das intenções de voto.

Hélio Costa (PMDB) caiu cinco pontos. Está com 33%. Tinha 38% na pesquisa anterior aplicada em meados deste mês.

Eu me esforço para ser invejado, não para invejar

Hoje recebi uma noticia que vou compartilhar com vocês meus caros leitores deste blog. Um amigo veio me contar que uma senhora que edita uma revista aqui em Juiz de Fora, estava “falando mal da minha pessoa e da revista da qual eu sou editor e proprietário, a Ponto de Vista”. Não foi nehuma novidade, afinal eu já tinha "sacado" essa pessoa desde quando a conheci. Sou descolado com esse tipo de gente.
Esse assunto ocorreu lá no restaurante do Álvaro, o Estação Grill. O empresário questionava com essa senhora, que lhe oferecia um anúncio publicitário em sua revista, alguns pontos sobre distribuição e tiragem das revistas em Juiz de Fora. Dai saiu o nome da Ponto de Vista na conversa. Essa senhora, que chegou a pouco tempo ao mercado editorial de Juiz de Fora, começou o bombardeio sobre a minha revista, disse ao empresário, que a revista Ponto de Vista não tem circulação, que não fazemos a tiragem que divulgamos, e outras cositas más. O incrivel disso tudo é que eu até já indiquei a revista dela para a operadora CLARO fazer um anúncio. E essa senhora me faz uma dessa. Tenho que deixar de ser bonzinho com esse tipo de gente.
Amigos, não há nada mais visível do que a inveja. Não há como escondê-la. Ela brota pelo brilho dos olhos, pelo sorriso pálido e postura de corpo do invejoso. Os invejosos são acima de tudo infelizes. A energia que esbanjam, no processo de saber do sucesso alheio para diminui-lo é o vapor que lhes falta para crescer para vencer.
O que me surpreende nisso tudo, é que essa mesma senhora, quando encontra comigo em eventos sociais em Juiz de Fora, me trata de “querido”, diz que adora a Ponto de Vista, me cumprimenta com os dois beijinhos, essa falsidade toda que vocês conhecem.
Acho lamentável esse tipo de atitude, afinal eu sempre procurei manter a cordialidade e a educação com todos os editores de revistas de Juiz de Fora. Já cheguei até a defender essas outras revistas aqui no blog. Considero o que essa senhora fez, como “instinto degenerado”.
Algumas pessoas não se dão conta de que poderiam usar muito melhor todo esse tempo e energia em falar mal dos outros, em benefício próprio. Em busca de sua própria felicidade e fortuna. Mas não. Preferem investir seu tempo olhando pela janela, espiando pelo buraco da fechadura. Vivem a vida como eternos voyeurs.
Mas, enfim, o que quero mesmo dizer é que a inveja pode até fazer mal a quem é invejado, mas, com certeza, afeta muito mais o invejoso. Porque todos os seres são únicos. Semelhanças e coincidências à parte, somos todos diferentes, especiais na nossa singularidade. Alguém sempre terá alguma coisa que o outro não tem. É a lei da vida. Ninguém pode ter tudo. E quando digo "ter", não me refiro à bens materiais, que fique bem claro. Estou falando das características próprias de cada um. Por mais que o dinheiro não traga felicidade e, como dizem alguns, “mande buscar”, ele não compra o caráter, não compra uma consciência tranqüila, uma mente desencanada, uma leveza de espírito. Não compra inteligência, humor, ironia. Não compra amor. Ele pode até comprar o botox, silicone, cirurgia redutora, escovas progressivas e drenagens linfáticas, mas nunca vai conseguir comprar aquele remelexo sensual de quadril que é natural da mulata, aquela levantada de sobrancelha que só algumas pessoas têm, aquele charme maduro típico de Sean Connery, Richard Gere e de tantos outros Zé Ninguéns por aí. Não adianta querer ser igual ao outro. Melhor ou pior.
Graças a Deus, a minha revista Ponto de Vista, não precisa provar nada para nenhuma outra revista da cidade, nossos anunciantes e o nosso conteúdo editorial falam por nós.
O recado que deixo para essa senhora é um só: "Eu me esforço para ser invejado, não para invejar."
Revista Ponto de Vista – Singular como você!




quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ANDRÉ ESTEVES DIZ QUE BRASIL PRECISA CORTAR IMPOSTOS PARA CONTINUAR CRESCENDO

Presidente do Banco BTG falou com empresários do JLIDE, sobre o bom momento vivido pela América Latina e os desafios do crescimento



André Martins, presidente do JLIDE, com o convidado André Esteves, presidente do Banco BTG Pactual, e João Doria Jr, presidente do LIDE


Sergio Waib, presidente da Maior Entretenimento, e Silvio Corrêa Fonseca, da Lincx Saúde


Líbano Barroso, presidente da TAM, Raul Silva, da ICTS Global, João Doria Jr., do LIDE, o palestrante André Esteves, presidente do BTG Pactual, e Fernando Fleider, ICTS Global

Viviane Senna, do Instituto Ayrton Senna, e Giovanni Giovannelli, da Avis


Phelipe Spielmann, da Katue Energia, Adriano Barcellos, da Lan Professional, e Cristina Toledo, da Doria Associados.



Durante workshop promovido na noite da última quarta-feira (25), em São Paulo pelo JLIDE – Jovens Líderes Empresariais, o presidente do Banco BTG Pactual, André Esteves, falou sobre o bom momento vivido pela América Latina e os desafios deste crescimento. "O momento que vivemos é excepcional. A América latina vive seu melhor momento. O potencial do Brasil é enorme.”, declarou. Sobre uma recente visita ao Chile, Esteves disse que "é inspirador olhar os resultados de 20 anos de 5% de crescimento. O Chile deu certo. Imagine o Brasil daqui a alguns anos".
O executivo discutiu com os empresários presentes sobre o cenário financeiro mundial e usou a recente fusão da companhia aérea chilena Lan, com a brasileira Tam, da qual foi mentor, para exemplificar o bom momento pelo qual o país passa. “A Latam é a maior companhia aérea em valor de mercado do mundo. Fomos muito bem testados para chegar até aqui. Temos [os brasileiros] que pegar o complexo de inferioridade, dobrar e jogar no lixo”.
O presidente do Banco BTG Pactual ainda comparou o Brasil com os Estados Unidos para explicar o atual cenário econômico brasileiro. “O Brasil é um país a ser construído. Cheio de oportunidades. O Brasil é os Estados Unidos de 60 anos atrás. Não temos passado para brigar. Só futuro para construir”. E disse não estar otimista com cenário dos mercados americano e europeu. “Esses mercados terão crescimento medíocre”.
Esteves também falou das dificuldades enfrentadas por um país em franco desenvolvimento e afirmou que o Brasil precisa cortar impostos para continuar a crescer. “O processo de crescimento é problemático. Os gargalos do Brasil são educação e a carga tributária”. Para o executivo, a questão tributária deve ser resolvida de forma simples e rápida e sugeriu um corte linear de impostos. “O Brasil tem o melhor cenário para se fazer isso. Podemos levar, com medidas simples, na contribuição do PIS/CONFINS, por exemplo, a zero”, disse. Para Esteves, é preciso baixar os impostos de toda a cadeia produtiva. “Não adianta abaixar só IPI na aquisição de máquinas. Temos que acabar com esse efeito cascata”.
Considerado um dos empresários mais influentes do País, Esteves relembrou durante o debate seu passado e o início de sua carreira para falar sobre “Empreendedorismo de impacto”, tema do workshop. O primeiro tema abordado foi os desafios de ser empreendedor. “Empreender é enfrentar dificuldades, encarar os desafios e fazer acontecer. Temos que ter a crença de que dá pra fazer”. Em seguida, ele falou sobre os atributos e da atitude que todo empreendedor deve ter. "Temos que ter talento, perseverança e motivação. Temos que criar oportunidades. Nunca enxergar o problema apenas como um problema. O desafio é oportunidade”, afirmou.
Revelando sua fórmula de sucesso, Esteves defendeu o envolvimento total das diretorias das empresas no cotidiano do negócio.
"Não devemos gerenciar o negócio do 15º andar. Para tocar um negócio é preciso sair com a mão suja de graxa. O campeonato é ganho no dia-a-dia”. O executivo encerrou sua conferência dando um recado a todos os empreendedores presentes. “No empreendedorismo a arrogância é proibida. É como cigarro, mata!, concluiu.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Universo TOTVS reúne executivos do setor de TI, em Juiz de Fora


Universo TOTVS reúne executivos para discutir as tendências do setor de TI,

em Juiz de Fora

Dia 21 de setembro, o evento acontecerá no

Victory Business Hotel em Juiz de Fora
e contará com a palestra do Prof. Carlos Pessoa da Fundação Dom Cabral,
entre outros representantes da TOTVS São Paulo



A TOTVS Unidade Zona da Mata Mineira promoverá em Juiz de Fora no dia 21 de setembro Universo TOTVS. O evento acontecerá no Victory Business Hotel, das 13h30 às 18h40, e reunirá os principais executivos da companhia, clientes e profissionais do mercado de Tecnologia da Informação que discutirão as tendências para o setor.
Criado em 2009, o Universo TOTVS foi realizado basicamente nas grandes capitais brasileiras com o intuito de disseminar e fortalecer a marca.
Na edição serão abordados alguns dos segmentos de atuação da companhia (saúde, agroindústria, jurídico, distribuição e logística, varejo, educacional, construção e projetos, manufatura e serviços) e será apresentado o portifólio de soluções e tecnologias disponíveis por segmento. O Universo TOTVS contará ainda com a palestra "O uso da tecnologia como aliada na geração de resultados" que será ministrada pelo Prof. Carlos Pessoa da Fundação Dom Cabral e com a apresentação do Case de Sucesso da Multitek Engenharia, cliente da TOTVS Zona da Mata Mineira.

Os presentes também poderão conferir a demonstração das soluções da companhia nos espaços ByYou, TOTVS 2011, Operador Administrativo e TOTVS Ocean.

O evento direcionado a empresários, gestores, profissionais envolvidos com a área de tecnologia, formadores de opinião e consultores.

INSCRIÇÕES GRATUITAS E LIMITADAS

Para mais informações, programação e inscrições acesse:

www.totvs-zmm.blogspot.com ou ligue 32-4009-9000.


APOIO: REVISTA PONTO DE VISTA

TOTVS - Igual, sendo sempre diferente




Diálogos Abertos recebe Miltinho


O projeto Diálogos Abertos do Museu de Arte Murilo Mendes ( M AM M) recebe nesta quarta, 25, às 20h, o baterista do Sexteto do Jô, Miltinho Brito. Participam como entrevistadores os jornalistas Wendel Guiducci e Ismair Zaguetto , Jorge Sanglard , Mario Morais e o humorista Pedro Bis.
Natural de São Lourenço, Miltinho veio ainda criança para Juiz de Fora e aprendeu a tocar pandeiro sozinho. Na década de 50, participou da Orquestra de Waldir de Barros e de programas da Rádio PRB3, já como baterista. Em 1959, saiu de Juiz de Fora e foi para São Paulo, onde participou de programas de rádio, TV e shows ao lado de artistas como Ray Conniff e Johnny Rivers.
Cidadão honorário de Juiz de Fora e comemorando 60 anos de carreira profissional, o baterista é mais conhecido como o Miltinho Batera do Sexteto do Jô, do Programa do Jô (Rede Globo), sendo o músico que está há mais tempo no programa. Fora da televisão, Miltinho faz shows com o Miltinho Batera Trio em festas, convenções e outros eventos, além de ministrar workshops, clínicas e palestras.

O Museu de Arte Murilo Mendes fica na Rua Benjamim Constant, 790, Centro.


Todos os eventos culturais do M AM M têm entrada franca.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Nova Juiz de Fora não chegou ainda ao Parque Jardim Burnier

O bairro Parque Jardim Burnier é um lugar esquecido pela Prefeitura de Juiz de Fora, os problemas começam na UBS Jardim da Lua – a estrutura física da UBS está deteriorada, há falta de remédios para hipertensão, o local tem presença de mofo nas paredes, há falta de material adequado para curativo. A comunidade não tem uma área de lazer. Os jovens do bairro vivem ociosos, perambulando pelas ruas do bairro, convivendo com os mais velhos que na maioria das vezes estão em algum buteco, o álcool predomina entre os moradores do local. Parece que a “Nova Juiz de Fora” ainda não chegou para aquela população esquecida.
*Aviso aos navegantes: Os que escreverem contestando o que estou relatando aqui, principalmente se vier da atual administração municipal, vou responder da seguinte forma, irei com uma filmadora até o bairro e mostrarei, postando um vídeo aqui no BLOG e no Yutube a realidade daquela comunidade, inclusive entrevistando os moradores.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Porque continuar lutando junto com Serra

A preocupação é grande. É imperioso fazer pelo menos 1/3 do Senado, se não for possível ganhar as eleições. Isto passa a ser mais importante, inclusive, do que as eleições para governador. A conclusão é que com mais de 2/3 nas mãos do governo petista, a Constituição pode ser mudada e tudo pode acontecer, rigorosamente dentro da lei. A democracia estará ameaçada. PMDB corrupto e fisiológico não consegue segurar o PT. Nós estamos aqui, de perto, com as nossas revoltas, raivas, emoções. José Serra também sabe disso e é aí que reside a sua grandeza e o seu patriotismo de grande e teimoso brasileiro. Ele vai ao Amazonas ser apunhalado pelas costas. Ele vai a Minas Gerais ser lentamente enforcado. Ele vai ao Ceará ser vergonhosamente traído. Ele anda pelo Brasil segurando as esperanças e ajudando a eleger 1/3 do Senado, pelo menos. Para garantir a última trincheira de uma democracia ameaçada. A democracia do Brasil nunca esteve tão frágil. Ela está dependendo de traidores e isto é péssimo para o futuro.

Se as pesquisas forem confirmadas e Dilma Rousseff(PT) vencer as eleições, o Brasil não vai virar uma Cuba. O Brasil vai virar uma mistura de México com Venezuela. Haverá um fortalecimento brutal do PMDB, para onde acorrerão dezenas de lideranças regionais e não seria surpresa um Aécio Neves por lá. O PMDB expulsará meia dúzia de “históricos” e receberá todos os “escóricos”, o que de pior existe nas legendas de aluguel, além dos traidores dos partidos de oposição, que não são poucos. O PT? O PT vai continuar do mesmo tamanho e seguirá governando debaixo do relho de Sarney, Renan, Temer e da sua “banda podre”, de quem dependerá para a aprovação de qualquer projeto. Os petistas, que evoluíram do peleguismo sindical para o peleguismo estatal, seguirão ocupando os fundos de pensão e as estatais, aumentando a interlocução com os ditos “movimentos sociais”, para fazer o jogo de cena do socialismo. Distribuirão migalhas e continuarão enchendo os bolsos da “cumpanherada” instalada nos altos postos da burocracia. Se fizeram o que fizeram na Bancoop, imaginem o que não farão no “Minha Casa, Minha Vida”, sem oposição, sem TCU e com um STF inteiramente indicado. O Brasil será loteado em capitanias hereditárias (o Sarney já tem a dele e é um modelo!) e os dois grupos conviverão harmonicamente, por longos e longos anos. Haverá concessões de ambas as partes.Toma lá a sesmaria da imprensa, dá cá a sesmaria da banda larga da internet. Dá cá a Copa do Mundo, toma lá as Olimpíadas. Dá cá o trem-bala toma lá a Infraero. Viveremos sob o domínio do PMDB transformado em PRI mexicano, em acordo com o PT travestido de PSUV venezuelano. Cada um com o seu jeito de corromper e ser corrompido. O Zé Dirceu terrorista já não virou lobista? A oposição brasileira ficará reduzida a São Paulo, Paraná e Santa Catarina, até ser asfixiada, como está acontecendo na Bolívia. No fim das contas, o Brasil, historicamente, é adepto de ditaduras. Viveu feliz sob a ditadura de Getúlio Vargas e mais feliz ainda com o regime militar. Agora, pode estar chegando a vez de ingressar em uma ditadura onde o povo até pode votar, só não pode optar, tendo em vista o massacre promovido pela máquina pública sobre a liberdade de escolha, representada por um presidente que delinque da manhã à noite para interferir no processo democrático. O império do PRI mexicano durou quase 80 anos.
O império do PSUV venezuelano já passa de 10 anos e não há o mínimo indício que não vá durar dezenas de anos. Quem acha que vai poder mudar as coisas em 2014 está muito enganado. Muda agora ou muda de país. Eles sabem praticar, melhor do que ninguém, o “ame-o ou deixe-o”. Basta olhar os milhões de cubanos e as centenas de milhares de venezuelanos que deixaram os seus paises. Por que aqui seria diferente? Há alguns meses atrás, a Folha de São Paulo fez uma matéria onde chamava o regime militar de “ditabranda”. Houve uma indignação geral por parte da esquerda. Pois nunca um termo serviu tão bem para denominar o que está chegando por aí, se a Dilma Rousseff(PT) vencer as eleições.
Pois é, como vocês podem ver, eu não me entrego, não! Não me entrego exatamente a quê? A várias coisas. Em primeiro lugar, uma eleição está ganha quando está ganha. Sei que é boçal, mas retrata o momento à altura. Em segundo lugar, mas não menos importante, não abrirei mão de continuar a fazer a crítica àquela que é a mais despolitizada, vigarista e mistificadora campanha eleitoral da história republicana. E pouco me importa se ela “funciona”. Há um monte de coisas que não prestam e que “funcionam”.
Em 2006, neste exato ponto, como estamos hoje, Lula vencia a eleição com 56% dos votos válidos - tinha 49% contra 25% de Alckmin. Um dia antes do pleito, a diferença, segundo o Datafolha, era de 12 pontos. De fato, foi inferior a 7%, e houve segundo turno. Sim, relevo que o governo era considerado bom ou ótimo por 52%; agora são 77%. Mas o candidato era o “hômi”, não a “muié” dele
Os aliados têm de aparecer.
Onde houver um tucano achando que é melhor assegurar eventualmente a sua posição regional porque a sorte está selada, trago uma notícia: não é tucano, mas jumento. Se houver democrata fazendo a mesma coisa, idem. Caso Dilma vença , não haverá folga nem mesmo para um redesenho partidário porque o PMDB se encarregará de fulminar qualquer tentativa de uma mudança real. A candidata petista acenou até com uma constituinte exclusiva para tratar do assunto. Perfeito! Venezuela, Bolívia e Equador já seguiram esse caminho…
Quem, na oposição, “lucra” com a eventual derrota de Serra?
Não! Ainda não acabou. Mas é preciso mudar.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

COMÉDIA ELEITORAL - MELHORES MOMENTOS

Liberdade de imprensa


O ministro Franklin Martins (foto) emitiu uma nota, dizendo que está bastante indignado com o candidato tucano à Presidência, José Serra que discursou ontem no encontro da Associação Nacional de Jornais e afirmou o que todo mundo ligado à área sabe: o governo e o PT tentam intimidar a imprensa.Em primeiro lugar, o tucano não disse que “censura”, mas que tenta censurar e que financiou conferências que pretendem criar mecanismos com essa finalidade. É tudo verdade!
Franklin está preocupado “com a imagem internacional do Brasil”!!! Grande patriota! Essa imagem já está arranhada pelo abraço insano que Lula dá num tirano que, achando uma violência apedrejar mulheres acusadas de adultério, opta pelo “enforcamento humanitário”.

Isto mesmo, companheiro Franklin: o Brasil é o país cujo presidente revela ter “carinho e amizade” por esse grande humanista. Nas horas vagas, o chapa de Lula nega o Holocausto, promete varrer Israel do mapa e faz chantagem nuclear. Nesse particular, não há o que arranhar. Já era! Se fosse pouco, anda de braços dados com governos para os quais a liberdade de imprensa não tem a menor importância.
Como Franklin, na sua indignação cívica, explicaria a PL 193, que ele gostaria de ver transformada em lei?
Leiam com atenção:

Proposta: Garantia de mecanismo de fiscalização, com controle social e participação popular, em todos os processos como financiamento, acompanhamento das obrigações fiscais e trabalhistas das emissoras, conteúdos de promoções de cidadania, inclusão, igualdade e justiça, cumprimento de percentuais educativos, produções nacionais.

Trata-se de um “soviete da imprensa”. Imaginem uma assembléia popular — daquelas que a gente sabe que petistas gostam de fazer, em que bate-paus do partidocontrolaram “a massa” — para debater a pauta dos jornais ou, o que é o sonho de consumo de todas as horas, o Jornal Nacional. Tudo em nome da “inclusão, igualdade e justiça”.
Demitido da Globo, tenho a impressão de que
Franklin gostaria de demitir a Globo…

E agora vem o trecho que revela o aspecto quase sublime desta alma autoritária. Poder-se-ia dizer que Franklin saiu do partido stalinista a que pertencia, mas o stalinismo não saiu dele.
Leiam isto:

“Para nós a liberdade de imprensa é sagrada. O Estado Democrático só existe, consolida-se e se fortalece com uma imprensa livre. E, ao garantir a liberdade de imprensa no país, o governo federal sabe que está em perfeita sintonia com toda a sociedade”.

O “governo federal” não garante liberdade de imprensa coisa nenhuma, meu senhor!!! Quem garante a liberdade de imprensa é o Artigo 5º da Constituição, que ainda não foi seqüestrado por ninguém, apesar das reiteradas tentativas. Franklin faz parecer que uma prerrogativa constitucional deriva de uma generosidade do governo.

Como diria Dilma Rousseff, é preciso olhar o passado!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

CONVITE Universo TOTVS

Click no convite para ver ampliado


Universo TOTVS 2010 - Juiz de Fora


O Universo TOTVS 2010 tem como objetivo apresentar o portfólio de soluções e tecnologias disponíveis por segmento, ampliar o relacionamento com os clientes da região da Zona da Mata Mineira e apresentar a marca aos clientes potenciais.
O público-alvo do Universo são empresários, gestores. profissionais envolvidos com a área de tecnologia, formadores de opinião e consultores.


Sobre a TOTVS


Líder absoluta no Brasil, com 49,1% de market share* e também na América Latina, com 31,2%*, a TOTVS é uma empresa de software, inovação, relacionamento e suporte à gestão. O nome TOTVS vem do latim e significa tudo, todos, apropriado para uma companhia que fornece soluções para todos os portes e tipos de empresa por meio de quatro ramos de negócios – software, tecnologia, consultoria e serviços de valor agregado (infraestrutura, BPO, educação e Service Desk) – e atuação em 10 segmentos. Desta forma, a TOTVS atua como um Operador Administrativo, auxiliando seus clientes em todo o processo de gestão e permitindo que eles concentrem em seus negócios. Com 26 anos de atuação, a companhia foi a primeira do setor em toda a América Latina a abrir capital e, atualmente, tem mais de 25,2 mil clientes ativos, conta com o apoio de nove mil participantes e está presente em 23 países.

www.totvs.com.br

Revista Ponto de Vista apoia Universo TOTVS 2010




A revista Ponto de Vista está apoiando o evento Universo TOTVS 2010, que irá acontecer dia 21 de setembro, Victory Business Hotel, em Juiz de Fora (MG). O evento terá palestra com o professor Carlos Pessoa, graduado em Engenharia Mecânica pela UFMG, Diretor Comercial e Coordenador Técnico da Carlos Pessoa – Consultores Empresariais. Professor associado do IBMEC, e especialista em Negociação e Gestão Estratégica. Pessoa atuou como Diretor Comercial e de “Executive Education” da Fundação Dom Cabral, com experiência há mais de 30 anos em empresas estatais e privadas do mercado nacional e internacional.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Festa de Arromba - Jô não foi ao ar - CENSURADO

video

Para refletir e Pensar!!!

Os invejosos são admiradores secretos que não entendem porque tantos te amam

Segunda ameaça

Enviado por Míriam Leitão e Alvaro Gribel

O Brasil perderá esta eleição, independentemente de quem vença, se ficarem consagrados comportamentos desviantes assustadoramente presentes na política brasileira. Uso de um fundo de pensão para construir falsas acusações contra adversários, funcionários da Receita acessando dados protegidos por sigilo, centrais de dossiês montados por pessoas próximas ao presidente.

A cada eleição, fatos estarrecedores têm sido aceitos como normais na paisagem política, e eles não são aceitáveis. Quando a Polícia Federal entrou no Hotel Ibis, em São Paulo, em 2006, e encontrou um grupo com a extravagante quantia de R$ 1,7 milhão em dinheiro vivo tentando comprar um dossiê falso, havia duas notícias. Uma boa: a PF continuava trabalhando de forma independente. A ruim: pessoas da copa, cozinha, churrasqueira e campanha do presidente da República e do candidato a governador pelo PT em São Paulo estavam com dinheiro sem origem comprovada e se preparando para um ato condenável. A pior notícia veio depois: eles ficaram impunes.

Nesta eleição, depoimentos e fatos mostram que estão virando parte da prática política, principalmente do PT, a construção de falsas acusações contra adversários, o trabalho de espionagem a partir da máquina pública, o uso político de locais que não pertencem aos partidos.

As notícias têm se repetido com assustadora frequência. O verdadeiro perigo é que se consagre esse tipo de método da luta política. A democracia não é ameaçada apenas quando militares saem dos quartéis e editam atos institucionais. Ela corre o risco de “avacalhação”, para usar palavra recente do presidente Lula, quando pediu respeito às leis criminosas do Irã.

Sobre o desrespeito às leis democráticas brasileiras, Lula não teme processo de “avacalhação”, pelo visto. A Receita Federal não presta as informações que tem o dever de prestar sobre os motivos que levaram seus funcionários a acessarem, sem qualquer justificativa funcional, os dados da declaração de imposto de renda do secretário-geral do PSDB, Eduardo Jorge. Nem mesmo explica como os dados foram vazados de lá. Se a Receita não divulgar o que foi que aconteceu, com transparência, ela faz dois desserviços: sonega ao país informações que têm o dever de prestar antes das eleições; mina a confiança que o país tem na instituição, porque sua direção está adiando, por cumplicidade eleitoral, a explicação sobre o que houve naquela repartição.

Nas últimas duas semanas, a “Veja” trouxe entrevistas de pessoas diretamente ligadas ao governo e que trabalham em múltiplos porões de campanha. O que eles demonstram é que aquele grupo de aloprados do Ibis não foi um fato isolado. Virou prática, hábito, rotina no Partido dos Trabalhadores. Geraldo Xavier Santiago, ex-diretor da Previ, contou à revista que o fundo de pensão, uma instituição de poupança de direito privado cuja função é garantir a aposentadoria dos funcionários do Banco do Brasil, era usada para interesses partidários. Com objetivos e métodos escusos. Virou uma central de espionagem de adversários políticos. Agora, é o sindicalista Wagner Cinchetto que fala de uma central de produção de espionagem e disparos contra adversários; não apenas tucanos, mas qualquer um que subisse nas pesquisas.

Esse submundo é um caso de polícia, mas há outros comportamentos de autoridades que passaram a ser considerados normais nas atuais eleições. E são distorções. Não é normal que todos os órgãos passem a funcionar como ecos do debate eleitoral, usando funcionários pagos com os salários de todos nós, estruturas mantidas pelos contribuintes. Todos os ministérios se mobilizam para consolidar as versões fantasiosas da candidata do governo ou atacar adversários, agindo como extensões do comitê de campanha. Isso é totalmente irregular. Na semana passada, até o Ministério da Fazenda fez isso. Um relatório que é divulgado de forma rotineira, virou palanque e peça de propaganda, com o ministro indo pessoalmente bater bumbo sobre gráficos manipulados para ampliar os feitos do atual governo e deprimir os do anterior. O que deveria ser técnico virou politiqueiro; o que deveria ser prestação de contas e análise de conjuntura virou peça de propaganda.

Um governo não pode usar dessa forma a máquina pública para se perpetuar; órgãos públicos não são subsedes de comitês de campanha; fundos de pensão não são central de fabricação de acusações falsas; o governo não pode usar os acessos que tem a dados dos cidadãos para espionar. Isso mina, desqualifica e põe em perigo a democracia. Ela pressupõe a neutralidade da máquina mesmo em momentos de paixão política. Nenhuma democracia consolidada aceitaria o que acontece aqui.

A Inglaterra acabou de passar por uma eleição cheia de paixões em que o governo trabalhista perdeu por pouco, mas não se viu lá nada do que aqui está sendo apresentado aos brasileiros com naturalidade, como parte da disputa política. Crime é crime.
Luta política é um embate de propostas, estilos e visões. O perigoso é essa mistura. Como a História já cansou de demonstrar, democracia não significa apenas eleições periódicas. A manipulação da vontade do eleitor, o uso de meios ilícitos, o abuso do governante ameaçam a liberdade, tanto quanto um ato institucional.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Até conta na Suíça

O delegado licenciado da Polícia Federal, que avançou vários sinais na Operação Satiagraha, Protógenes Queiroz, que concorre à Câmara Federal pelo PCdoB, além de registrar, em sua declaração de bens ao TSE, que guarda em casa R$ 284 mil em espécie, assinala que tem uma conta no Comecard Corner Bank Ltda, em Lugano, na Suíça. E entre sete imóveis declarados, três deles foram doados pela mesma pessoa, José Zelman. O patrimônio total declarado por Protógenes Queiroz (um delegado da PF ganha, em média, R$ 12 mil mensais) no TSE é de R$ 834,4 mil.

domingo, 15 de agosto de 2010

O valioso tempo dos maduros


“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui
para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam
poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir
assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar
da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo
de secretário geral do coral.
‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com
triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!”

sábado, 14 de agosto de 2010

CIDADE LIMPA

Publicado na coluna do Wilson Cid, no jornal JF HOJE: "Animada com os resultados do banimento dos outdoors,a prefeitura de Belo Horizonte informou que 65% dessas peças indesejáveis já foram removidas. O centro está praticamente limpo, restando agora socorrer os bairros". Juiz de Fora também pode continuar assim, limpa, sem outdoors. A cidade fica muito mais bonita.

Clube de amigos

Não tem para ninguém: quem melhor observar o resultado das licitações para grandes obras do país, poderá comprovar que apenas sete empreiteiras dominam esse segmento, sozinhas ou agrupadas em consórcios. Agora, o novo ranking 2010 das maiores do setor confirma que esses sete (Odebrecht em primeiro, com faturamento de R$ 5,2 bilhões, seguida pela Camargo Corrêa, quase encostada, mais Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, OAS, Galvão e Delta) somaram um faturamento de quase R$ 50 bilhões. Na lista das grandes obras conquistadas tem de tudo: porto de submarinos em Sepetiba, Angra 3, hidrelétricas – das duas no rio Madeira (RN) a Belo Monte, no Pará e até o Maracanã, com seus R$ 720 milhões. Nas obras do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento poderão escapar da fiscalização do TCU e, por coincidência, são as maiores doadoras das últimas duas campanhas presidenciais, devendo repetir agora com Dilma.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Vote Tiririca 2222 - Deputado Federal

Isso é o Brasil meu povo!

Eles e nós. Ou: O Paradoxo da Liberdade

Eles poderiam dizer que não suportam as acusações que lanço contra eles. Mas eu não os acuso de nada — ladroagem, corrupção, desídia. Outros mais capazes do que eu o fazem. Eu os acuso de farsantes intelectuais. E não vou mudar.
Eles poderiam dizer que não suportam as minhas reiteradas calúnias, as minhas reiteradas injúrias, as minhas reiteradas difamações. Mas eu não os calunio, injurio ou difamo. Eu relato o seu pensamento. E esse relato os ofende. E não vou mudar.
Eles poderiam dizer que não suportam a campanha eleitoral que faço em favor deste ou daquele. Mas eu repudio os que pensam com ou sem eleição — ainda antes de chegarem ao poder e tentarem impor a “linha justa” ao jornalismo. Eu repudio os mais de 200 anos de sua herança intelectual, coisa que eles próprios ignoram. E não vou mudar.
Eles poderiam dizer que não suportam as minhas injustiças. Mas eu me limito a lhes atribuir o que de fato lhes pertence, segundo seus próprios documentos. Só não me obrigo a vê-los com os mesmos olhos e a mesma moralidade com que se vêem. E não vou mudar.
Eles poderiam dizer que não suportam a defesa que faço de regimes discricionários, de ditaduras, de legislações de exceção. Mas eu sou aquele contra os regimes discricionários, as ditaduras e as legislações de exceção. Eles defendem um regime que apedreja e enforca; eu defendo os regimes pautados pelos direitos humanos; eles defendem o diálogo com os tiranos; eu defendo o diálogo com os democratas. E não vou mudar.
Eles poderiam dizer que não suportam a minha militância permanente contra o estado de direito. Mas eu sou aquele que defende que o direito deva ser encontrado na Constituição e nas leis democráticas. E não vou mudar.
Eles poderiam dizer que não suportam a minha intolerância com a diferença, o meu preconceito. Mas sou aquele que defende que seus adversários intelectuais tenham o direito de se expressar livremente; que se organiza para combatê-los. Eles é que gostariam de me silenciar. Talvez não mudem. Eu não vou mudar.
Eles repudiam, em suma, a liberdade que lhes permite ser hoje quem são. Eu prezo a liberdade que lhes permite ser quem são e ser quem sou.
E NÓS SOMOS, COM EFEITO, MUITO DIFERENTES.
E não vou mudar.

Texto escrito por Reinaldo Azevedo

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O lado cômico

O programa CQC, da Band, certamente lava a alma de milhões de brasileiros neste período de campanhas eleitorais: esta semana, um bloco dedicado aos candidatos que disputam o governo da Bahia era mais do que hilário. De um lado, Geddel Vieira Lima (PMDB) tentando dançar; de outro, Jaques Wagner (PT) e mais alguns chutando o preço do ferry boat que liga Salvador a Itaparica. De quebra, a recomendação de Rafinha Bastos: “Alô, pessoal da Bahia: o ACM não é candidato este ano. Se aparecer, é encosto! Fora a perseguição a Netinho de Paula (PCdoB), candidato ao Senado: “Desde quando você virou comunista?

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Alborghetti !!! Muito bom !!!!

5%

Ah, eu sou aqueles 5% que sempre aparecem na pesquisa dizendo que o governo foi ruim ou péssimo.

Novo Enéias


Temo,que pela ignorancia,de muitos eleitores Brasileiros,esse Plinio,vire um novo Enéias!!!

Ainda o debate na BAND

Essa suposta “chatice” do debate na BAND é um dado positivo. Debates animados eram aqueles do tempo em que Lula, com ar enfezado, ia à televisão defender o socialismo, o calote na dívida, o fim do Plano Real, a punição para aqueles que fizeram o Proer, o fim da Lei de Responsabilidade Fiscal — aquela baboseira toda que já constituiu o discurso do PT e que hoje é vocalizado por Plínio de Arruda Sampaio.Debate chato é um bom sinal. Esta foi a grande conquista do governo Fernando Henrique Cardoso: não há mais espaço para porras-loucas na política. O da vez é um velhinho de 80 anos, que diz mais irresponsabilidades do que algum sectário de 17, mas que não consegue nem mesmo pontuar na pesquisa — embora se diga representantes dos “movimentos sociais”. De quais, cara pálida? Quem quiser emoção em política que migre para o Iraque, o Irã ou o Afeganistão.Lula já falou as bobagens que Plínio diz hoje, e havia o risco efetivo de que ganhasse a eleição.

domingo, 8 de agosto de 2010

VOTE EM NOSSA PESQUISA


VOTE EM NOSSA PESQUISA ao lado, escolha o empresário que você quer ver na capa da revista PONTO DE VISTA.

Café de Negócios


Luiz Espada, sócio diretor da CGN Consultoria

Adolfo Menezez Melito COO do Check Express Group


Hoje, tomei o café da manhã no Victory Hotel, com o empresário Luiz Espada, sócio da CGN Consultoria e com o executivo Adolfo Menezes Melito, chief operating officer do Check Express Group. Melito, é economista, com especialização em Marketing e Tecnologia, atuou na diretoria executiva de empresas nacionais e internacionais de diversos segmentos, tais como Facit, Interprint, Matec-Ericsson, TecToy e, mais recentemente, Grupo Alfa e Brasil Connects. O executivo também fundou e preside o Instituto de Economia Criativa e é membro do Conselho Deliberativo da CARE Brasil. O Check Express Group desenvolve soluções para meios de pagamento, crédito e serviços financeiros. Tem sede em São Paulo, mais de 320 colaboradores e conta com uma rede de mais de 50 mil lojas e pontos de venda em todo o país. Na pauta do nosso café business em Juiz de Fora e São Paulo. Em breve teremos novidades, e eu divulgarei aqui no Blog.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Guerrilha armada

O Serra poderia perguntrar assim no próximo debate na TV: Ô Dilma, se formos falar de passado teremos que falar daquela época que você saía armada para matar trabalhadores inocentes em nome de uma guerrilha armada.



Click na imagem para ver ampliando

Lula atirou a primeira pedra na iraniana

Tudo que o presidente brasileiro fez em benefício da mulher iraniana condenada à morte, por apedrejamento, foi apressar sua execução, depois de “avacalhar” o movimento internacional que obteve mais de 700 mil assinaturas,
de todo o planeta pedindo sua libertação
Fotomontagem Toinho de Passira





Por Toinho de Passira


Fontes: Blog Mirian Leitão, Estadão , BBC Brasil, Estadão, Correio Braziliense

Quando assumiu a presidência pela primeira vez, o Presidente pelo menos parecia ter consciência da sua ignorância e assessorava-se.

No segundo mandato, depois de ter lido meia dúzias de discursos produzidos por outros e ser elogiado, pensou que havia virado gênio e começou a dispensar colaboração e a adotar uma política internacional, baseada na sua experiência de sindicalista no ABC Paulista. O começo de um desastre que tem se acelerado nesse último ano, progressivamente.

Acabou desaguando nos posicionamentos equivocados e vexatório no caso da libertação da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani condenada a morte por apedrejamento, acusada de adultério.

Primeiro, o presidente Lula intrometeu-se no caso com uma das mais infelizes declaração, depois de pressionado para que fizesse uma gestão diplomática junto ao presidente iraniano, usando sua estranha amizade com o presidente Ahmadinejad, disse que seria uma “avacalhação” interferir nas leis dos países.

Mirian Leitão no seu blog lembra que “Leis injustas e arbitrárias devem ser combatidas, porque os direitos humanos são universais.” Não importa em que país esteja.

Mais vexatório, na segunda intervenção, no palanque de Dilma, o presidente errou feio, no local, na forma e nas palavras: “disse que, já que ela estava incomodando, o Brasil oferecia asilo.”

Pela rejeição ríspida do governo iraniano, dizendo em tese Lula é um emotivo que não sabe do que está falando. Imaginava-se que algo de ruim ia acontecer, com a mulher.

De prático, para pior, a Corte Suprema do Irã ignorou ontem apelos de defensores dos direitos humanos e atendeu ao pedido do Ministério Público para que a iraniana Sakineh Ashtiani seja executada.

Em uma aparente tentativa de aplacar as críticas internacionais, Teerã mudou o teor da principal acusação contra Sakineh - de adultério para assassinato. O tribunal definirá na próxima semana se ela será enforcada ou apedrejada. Não cabe recurso e priu.

Um detalhe nesses episódios recentes, é que o advogado de defesa, da mulher presa, Mohammad Mostafaei desapareceu de Teerã desde 24 de julho depois de interrogado por autoridades iranianas. Sua mulher e cunhado foram presos depois disso, segundo um relatório da Anistia Internacional.

No momento ele está em Istambul, num local onde são mantidos imigrantes em busca de asilo político.

A iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, 43 anos, foi julgada pela primeira vez em 15 de maio de 2006, por um tribunal de Tabriz, quando admitiu ser culpada do crime de "manter relacionamento ilícito" com dois homens, em ocasiões diferentes, embora o incidente tivesse ocorrido após a morte do seu marido. Por isso ela recebeu uma condenação já cumprida de 99 chibatadas.

Em setembro de 2006 o processo foi novamente aberto quando outro tribunal julgava um dos dois homens envolvidos na morte do marido de Sakineh Mohammadi Ashtiani. Ela foi então condenada por cometer adultério enquanto ainda era casada e sua sentença confirmada como pena de morte por apedrejamento.

Durante uma das apelações ela declarou ao tribunal que não era verdadeira a confissão de adultério, que fizerá. Na verdade confessará sob pressão e por só falar fluentemente o turco, não compreendia corretamente o que lhe falavam os seus interrogadores, que falavam no idioma farsi.

Precisa-se esclarecer que a relação sexual nesses casos é presumida. Basta que ela tenha caminhado com o homem, por um local pouco movimentado, recebido-o como visita em casa, sem a presença de um familiar masculino, para se concluir pelo adultério.

Mulheres estrupadas já foram condenadas no Irã, por não ter se precavido, ou ter tido um comportamente considerado insinuante.

O caso de Sakineh Mohammadi Ashtiani virou comoção internacional, principalmente por causa da brutal pena de apedrejamento, mas os iranianos estão acostumados com esse tipo de execução: segundo o correspondente da BBC em Teerã, Jon Leyne pelo menos duas pessoas por ano continuam a ser executadas pelo método no país.

O assessor especial para Assuntos Internacionais Marco Aurélio Top Top Garcia, afirmou ontem (4/8) que o presidente Lula não se ofendeu com o comentário do porta-voz do governo iraniano de que ele era desinformado e por essa razão ofereceu asilo político à mulher condenada à morte por suspeita de adultério e que as relações bilaterais entre Brasil e Irã estão mantidas, sem alterações.

Teme-se que da próxima vez que Lula for falar do assunto, não diga que não vai brigar com seu amigo o presidente Ahmadinejad, “por causa de umas pedradas...”

Faltou política

O que faltou no debate ontem na Band? Faltou foi política. Todos evitaram os temas espinhosos. O único que tentou forçar a mão para um embate mais ideológico ou programático foi Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, mas com uma desonestidade intelectual vexaminosa. Na saudação final, José Serra evocou a família — a filha, o pai — e chegou a ficar com a voz embargada. Pareceu autêntico, creio. Dilma, numa noite infeliz, decidiu apelar: evocou a sua condição de mulher, afirmando que, por isso, não pode errar, como Lula, o “operário”, não podia… Foi o que lhe restou. E disse que não era candidata de si mesma, mas de um projeto ou algo assim. A impressão,para quem assistia pela TV era de que estava lendo um texto.Os petistas foram para casa com uma certeza: Dilma não está preparada para o confronto direto. E essa é a maior evidência de que perdeu o embate de ontem.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Não cabe


Nos círculos esportivos e nos blogs repleto de humor que falam sobre esportes, a nova história que corre é que Ronaldo ex-Fenômeno, sempre afastado do campo por sucessivas contusões, não será figurinha do álbum do Brasileirão. Só que nada a ver com sua ausência do gramado: é que ele não caberia no espaço da figurinha.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Vocação mineira

Coma volta da ascensão de sua popularidade, o prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo (Serra fala com ele, diariamente) também participa da campanha, consolidando sua liderança no partido, investindo pessoalmente em candidatos fiéis a ele e a eleição da bancada kassabista tirará cadeiras de muitos partidos e fortalecerá seu comando no DEM, assegurando uma projeção nacional. Com ele, Guilherme Afif Domingos, candidato a vice-governador com Geraldo Alckmin. São Democratas com vocação mineira: trabalham em silêncio.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Grupo EBX adere ao Índice de Carbono Eficiente


A MMX, LLX e OGX, empresas do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, informaram hoje (02) ao mercado que aderiram voluntariamente ao Índice de Carbono Eficiente, o ICO2. O índice, iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da BM&FBOVESPA, foi estruturado a partir das ações que compõem a carteira do IBrX-50 e irá considerar o grau de eficiência das emissões de gases de efeito estufa das empresas.

A participação das companhias no ICO2 evidencia a importância do tema de mudanças climáticas para o Grupo EBX, que apóia a iniciativa inclusive para as empresas ainda em fase de construção ou de licenciamento ambiental.

As empresas OSX e MPX, também empresas do Grupo EBX, mas que não são elegíveis a participar da iniciativa porque ainda não fazem parte do IBrX-50, também já preparam seus inventários de emissões. Com isso, todas as empresas de capital aberto do Grupo EBX terão seus inventários concluídos até o final do ano.

O Plano de Sustentabilidade do Grupo EBX já é uma realidade. O primeiro passo foi a criação do Conselho de Sustentabilidade em abril e, neste momento, os inventários de emissões reforçam o comprometimento do Grupo com a transparência e as iniciativas relacionadas às mudanças climáticas“, comentou Paulo Monteiro, Diretor de Sustentabilidade do Grupo EBX.

Investimentos


Chega semana que vem ao Rio de Janeiro o sheik Mohammed Khammas (foto), CEO de um dos maiores fundos de investimento do mundo, o Al-Ahli, de Dubai. Vem conhecer possíveis áreas para comprar na região do porto do Rio, atual menina dos olhos da Prefeitura, que deseja revitalizá-lo. O Al-Ahli é uma potência do Oriente Médio: atua, entre vários negócios, nos setores de siderurgia, plástico, varejo, transporte, hotelaria, combustível e até parques temáticos, como o Nickelodeon.